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Pesquisa aponta desafios do home office para CLTs e freelancers

19 de maio 2 min. de leitura

Organização, melhor distribuição de tarefas e geração de estratégia de vendas e marketing estão entre os pontos mais citados pelos entrevistados

A pandemia impactou para diversos setores da economia e forçou mudanças nas relações de trabalho. O home office, principal motivo dessas transformações, trouxe também a necessidade de adaptação dos profissionais e mudanças nas habilidades exigidas para desempenhar um trabalho de qualidade.

A pesquisa foi desenvolvida pela Workana, plataforma que conecta freelancers a empresa, entre Abril e Maio deste ano, com participação de celetistas, freelancers, empreendedores e lideranças de pequenas e médias empresas.

Para os trabalhadores de carteira assinada, 27,9% apontaram a melhor organização e distribuição das tarefas como capacidades mais necessárias neste momento. Outros 20,5%, relataram a facilidade de adaptação e a resiliência como habilidades essenciais para a execução do trabalho, enquanto 15,6% destacam a importância do desenvolvimento do senso de prioridade e 15,6% falam em maior autonomia.

Os freelancers elencaram a adaptação a diferentes situações (22,3%), estratégia de vendas e marketing para divulgar seu trabalho (18,8%), avaliação adequada de seus serviços (16,7%), gerenciamento de tempo e projetos (15,9%), habilidades de negociação (12,9%), comunicação efetiva (9,6%) e autonomia (3,8%).

Sobre a avaliação do trabalho em casa durante o período de quarentena, 77% dos freelancers avaliaram como ótimo ou bom, enquanto entre os CLTs esse número cai para 58%.

Para Daniel Schwebel, country manager da Workana no Brasil, as habilidades apontadas pelos profissionais CLT já são inerentes dos trabalhadores freelancers.

“O home office exige uma mudança de mentalidade dos profissionais com carteira assinada. Para eles, adaptação está mais voltada à reorganização de tarefas. Eles têm que aprender a lidar com a liberdade fora do ambiente de trabalho, o que acaba por demandar mais responsabilidade sobre as tarefas a serem cumpridas. Pontos estes que já fazem parte da rotina dos freelancers, que apontaram mais facilidade de adequação à rotina em meio ao isolamento social”, explica o especialista.

Home office “forçado”

Schwebel destaca que o momento atual não é o normal do trabalho remoto, pois foi forçado e não planejado.

“Tanto os profissionais independentes quanto os que possuem carteira assinada precisaram se adaptar a não só uma nova rotina de trabalho, mas também a um dia a dia diferente em casa, com filhos que não podem ir à escola, entre outros entraves, o que não traz a total liberdade e flexibilidade que o home office pode proporcionar em tempos normais”, aponta.

Para Schwebel, neste novo cenário, ambos os profissionais precisam analisar se estão se comunicando bem ou não, adequar seus processos e buscar se desenvolver de maneira proativa. Também para ambos, proatividade é uma peça-chave para o desenvolvimento profissional.

“Os freelancers têm consciência disso, tanto que 88,8% deles veem trabalhar de forma independente como uma oportunidade de desenvolver a carreira para onde pretendem, considerando que os resultados vêm exclusivamente do desempenho deles mesmos”, conclui.

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